segunda-feira, 15 de maio de 2017

A esquerda sem projeto nacional

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A esquerda brasileira vive uma das maiores limitações programáticas da sua história.

Quando se questiona e/ou debate alguma questão relacionada á programas para as eleições sempre é fechada num eixo: Bolsas e cotas.

Repare que independentemente se a eleição é municipal, estadual ou federal não surge qualquer proposta estrutural, verdadeiramente transformadora, ainda que restrita as circunstâncias legais.


Isso reflete a completa inércia no que se refere ao ímpeto de mudança politica e econômica deste espectro.

Consequentemente mostra-se completamente adaptada ao status quo, seja no clientelismo, na corrupção, acordos escusos e tudo mais que o valha.

É fundamental um projeto nacional profundamente transformador e ligado á realidade do nosso país e as respectivas diferenças regionais existentes.

O crescimento da direita, de grupos liberais, e de uma rejeição a um pensamento que reflita sobre as desigualdades sociais, culturais e históricas não é desculpa para o ''esquecimento'' dos principais problemas da base social a qual dizem representar.

Muito pelo contrário, neste momento de acirramento e contradição mais evidente que tais problemas devem ser postos em primeiro lugar nas pautas programáticas na perspectiva de uma alteração profunda do quadro atual.

Larguem as questões comportamentais, de costumes, e escolhas individuais de lado por um momento e foquem na economia, o povo trabalhador e pobre deste país precisa disso.

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